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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Resenha: Legendary

Por Carlos Couto


Deck building acabou se tornando uma das mecânicas mais bacanas dos últimos tempos. Hoje temos uma grande variedade de jogos com os mais variados temas, mas eis que a Upper Deck teve a brilhante idéia de colocar a franquia Marvel num jogo desses. E deu certo.

Em Legendary: A Marvel Deck Building Game os jogadores representam grandes heróis do universo Marvel contra vilões conhecidos da galera.

Parte do tabuleiro onde ficam os vilões menores e os heróis disponíveis.

No setup do jogo escolhemos qual Mastermind (ou super-vilão) iremos enfrentar, baseado nisso entram as condições de final de jogo. A partir daí o jogo se desenrola da seguinte forma.

O jogador usa sua mão para fazer duas coisas basicamente : enfrentar os vilões (seja o Mastermind ou os vilões menores) ou contratar heróis para melhorar sua mão.

Nessa partida, o Mastermind foi o Caveira Vermelha..

O jogo pode terminar com a vitória do Mastermind (nesse caso todos perdem) ou com a vitória dos heróis (nesse caso todos ganham e fazemos uma contagem de pontos pra saber que foi mais eficiente enfrentando os malvados).

Legendary é um jogo muito bom e com certeza vai ser daqueles com pilhas de expansão, mas se você é (como eu) fã da Marvel vai querer mais é que saiam todos os tipos de personagens para fazer uso de todo o espaço da caixa (que é gigante).

(fonte)

Carlos Couto é carioca, publicitário, Flamengo, curte rock'n'roll, cerveja e jogos de tabuleiro. Atualmente é responsável pelo blog E Aí, Tem Jogo? e está sempre junto nos eventos cariocas.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Promoção Quais são os países? - Dica e segunda sombra



Por Vanessa dos Santos


Aye aye Caramba!!! Conseguiram descobrir a sombra anterior? Não? Nada que um delicioso burrito não lhe ajude a pensar melhor... Não se esqueça que todo detalhe pode dar uma dica. A sombra dessa semana está no blog E aí tem jogo? Junto com as primeiras impressões deles sobre o jogo. E você pode conferir clicando aqui.

Vanessa dos Santos é chata pra caramba, anti-social e muito malvada, mas está sempre disposta a ensinar regras de jogos e acredita que jogos de tabuleiro faz as pessoas melhores.


sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Tabuleiro Virtual: Blokus

Por Carlos Couto


Um dos abstratos mais legais do tabuleiro também está disponível para as plataformas iOS, o Blokus está com um preço super acessível, só 0,99 centavos e reproduz bem o jogo analógico.

Podendos ser jogado contra a AI ou no modo "pass and play" a implementação do jogo está bem boa. A única reclamação que eu tenho é quanto ao sistema de rotação das peças, que fica meio travadão se você não está numa área do tabuleiro onde haja espaço para ela.


Se você curte jogos abstratos e não conhece o Blokus, taí uma ótima oportunidade, com certeza depois de jogá-lo nos iCoisos você vai correr atrás do jogo de tabuleiro.

(fonte e imagens)

Carlos Couto é carioca, publicitário, Flamengo, curte rock'n'roll, cerveja e jogos de tabuleiro. Atualmente é responsável pelo blog E Aí, Tem Jogo? e está sempre junto nos eventos cariocas.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Tabuleiro Virtual: Thunderstone


Por Carlos Couto



Na minha opinião o Thunderstone é junto com o Dominion os melhores jogos de deck-building, e quando o Thunderstone saiu no Facebook eu fiquei muito feliz em poder jogá-lo.

Bem, para quem já está acostumado a versão iOS dele é praticamente identica ao jogo do Face. Os mesmos gráficos, mesma jogabilidade e a possibilidade de ir comprando novos packs de cartas para turbinar o jogo.


Uma das coisas legais é que o app básico é grátis, e garante boas horas de jogatina de um grande jogo. O único grande incoveniente dele é não funcionar no modo offline e você precisar de uma conta do Face ou do Game Center para poder jogá-lo. Mas continuo a recomendá-lo mesmo com esses incovenientes.


(fonte e imagens)

Carlos Couto é carioca, publicitário, Flamengo, curte rock'n'roll, cerveja e jogos de tabuleiro. Atualmente é responsável pelo blog E Aí, Tem Jogo? e está sempre junto nos eventos cariocas.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Abrindo a caixa do Last Night on Earth: Timber Peak

Por Carlos Couto

Todo fã de zumbis gosta de ter filmes, quadrinhos, livros e outras traquitanas sobre o tema, se você também for adepto aos jogos de tabuleiro não pode deixar de ter na sua coleção uma cópia do Last Night on Earth. Eu corrigi essa falha e comprei o mais novo jogo base da séria, o Timber Peak.

Tudo que vem na caixa do Timer Peak (já sem o insert).

Como todos os jogos da Flying Frog, a qualidade dos componentes é de encher os olhos. Todas as imagens de cartas, personagens e tals são realizadas com produções fotográficas exclusivas e o resultado é um jogo caprichado e que te deixa dentro do tema.

Além disso os componentes são todos acima da média. Cartas com alta espessura e laminação, tiles rígidos e com corte perfeito, miniaturas bem acabadas e detalhadas, tudo para que você tenha certeza que investiu seu rico dinheirinho da melhor forma possível.

Zumbis verdes e marrons que vem na caixa.

Já o jogo, ele tem algumas diferenças sobre o Last Night on Earth - The Zombie Game. As mais notáveis são os pontos de experiência para os heróis e zumbis, os tiles de fogo que vão se alastrando pelo tabuleiro e itens que vem com marcadores para serem usados diversas vezes.

É isso, se você é fã do tema tem que ter uma cópia do Last Night on Earth na sua coleção, pois ele é com certeza um dos melhores jogos de zumbi do mercado.

Os personagens (3 novos e 3 sobreviventes do LNoE antigo).

(fonte e imagens)

Carlos Couto é carioca, publicitário, Flamengo, curte rock'n'roll, cerveja e jogos de tabuleiro. Atualmente é responsável pelo blog E Aí, Tem Jogo? e está sempre junto nos eventos cariocas.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Tabuleiro Virtual: Ticket to Ride Europe

Por Carlos Couto


Quem me conhece sabe que eu não sou fã da série Ticket to Ride, acho um jogo no máximo legalzinho, mas com a Apple Store liberando semana passada o Ticket to Ride Europe grátis acabei baixando o aplicativo.

Para minha surpresa o jogo no iPad é muito mais divertido e viciante. Não sei se pelo fato de ficarem marcados o ponto de partida e o destino das suas cartas ou se pela praticidade com que o jogo se desenvolve eu curti muito mais jogá-lo de forma digital do que "ao vivo".


Falando um pouco mais sobre o aplicativo, ele é feito para o iPhone, mas mesmo com o zoom do iPad o jogo funciona bem, o tutorial em vídeo é muito bom e explica direitinho as diferenças do Europe para o Ticket to Ride original (basicamente os túneis, as estações e as balsas).

Enfim, ele agora tá saindo pelo preço de 1,99 mas quem conseguiu aproveitar a oferta e pegá-lo de graça com certeza arrumou um aplicativo bem bacaninha pro seu iCoiso.

(fonte)

Carlos Couto é carioca, publicitário, Flamengo, curte rock'n'roll, cerveja e jogos de tabuleiro. Atualmente é responsável pelo blog E Aí, Tem Jogo? e está sempre junto nos eventos cariocas.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Resenha: Friday

Por Carlos Couto


Existem no mercado dos jogos de tabuleiro muitos jogos com variantes para um jogador, mas ainda é difícil encontrá-los exclusivamente para partidas solo. Pois nesse fim-de-semana tive a oportunidade de jogar o Friday, jogo desenvolvido pelo Friedmann Friese para apenas um jogador.

Nele somos o famoso Sexta-feira tentando ajudar ao Robson Crusoé em sua estada na ilha e na sua preparação para enfrentar os piratas.

O jogo é um deck-building de regras simples e jogabilidade fácil. No turno você abre duas cartas de encontro, escolhe uma para enfrentar, abre cartas de porrada, se vencer a cartas de encontro é anexada ao seu deck caso contrário perde uns pontos de vida e descarta umas cartas do seu deck.

A mesa do Friday e eu tomando porrada da ilha.

Vai fazendo isso durante 3 níveis de dificuldade para no final enfrentar duas cartas de pirata, vencendo as duas você ganha o jogo. Simples assim? Não, como eu disse as regras são tranquilas, mas ganhar é bem difícil (joguei duas e não cheguei nem ao nível 3).

O grande problema do Friday pra mim é preparar o setup, o que te toma algum tempinho, mas que é o suficiente para você se dar conta de que poderia estar fazendo outra coisa melhor. Mas com certeza é um bom jogo para se adptar para tablets e afins.

(fonte e imagens)

Carlos Couto é carioca, publicitário, Flamengo, curte rock'n'roll, cerveja e jogos de tabuleiro. Atualmente é responsável pelo blog E Aí, Tem Jogo? e está sempre junto nos eventos cariocas.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Resenha: Rallyman

Por Carlos Couto


No feriado joguei o Rallyman com os amigos e o jogo entrou para lista dos joguinhos de corrida mais legais que eu já joguei, e ainda tem mecânicas bem diferentes das que a gente está acostumado.

Lançado em 2009 no Rallyman o nosso objetivo não é terminar na frente, e sim ter as melhores tomadas de tempo em 3 baterias de corrida.

Os micro-carrinhos e as pistas que podem ser montadas de várias formas.

A mecânica do jogo é a seguinte, existem 5 dados de marcha e 2 de aceleração, cada dado vai andar uma casa apenas, então a parada é calcular certinho a forma com que você quer mover na sua rodada.

Feito isso você pode rolar os dados de duas formas, ou um de cada vez podendo gastar bonus para impedir a quebra dos motores (se sairem nos dados pelo menos 3 você roda na pista) ou então jogar todos de uma vez só, nesse caso para cada dado rolado você ganha uma ficha de 1 segundo como bonus.

Os dados que servem para a movimentação dos carros.

No final da sua rodada você recebe uma carta com a marcha atual (quanto maior a marcha, menos segundos marcados), na próxima rodada você pode começar nessa marcha, cair ou subir uma.

E o jogo se desenvolve dessa forma até o final das três baterias, quem fizer em menor tempo ganha. O Rallyman é um jogo meio obscuro mas que vale a atenção, pois é muito bacana e bem estratégico nas decisões.

(fonte e imagens)

Carlos Couto é carioca, publicitário, Flamengo, curte rock'n'roll, cerveja e jogos de tabuleiro. Atualmente é responsável pelo blog E Aí, Tem Jogo? e está sempre junto nos eventos cariocas.

sábado, 10 de novembro de 2012

Resenha: Tsuro

Por Carlos Couto


Um jogo simples, rápido, divertido e inteligente, com essas poucas palavras você pode definir Tsuro, um jogo lançado em 2004 que comporta até 8 jogadores e eu descobri a pouco tempo.

O jogo é extremamente simples de explicar. Você tem tiles com caminhos, na sua rodada você coloca um tile, segue com seu sabonete/dragão até o final do caminho, se você não sair do tabuleiro ou não bater em outro sabonete/dragão compra um outro tile (você tem 3 na mão) e vida que segue.

Todo mundo tentando ficar no tabuleiro, mas só pode haver um (heheh).

Ganha a partida o último sabonete/dragão a ficar no tabuleiro, é isso. Mas o grande barato do jogo são os caminhos que se entrelaçam durante a partida e as pernadas que eventualmente você vai dar nos adversários.

Com 6 jogadores a partida durou uns 20 minutos, o que torna Tsuro um daqueles excelentes jogos para se brincar enquanto esperamos alguém, ou estamos decidindo qual vai ser o próximo jogo "à vera" para ser jogado.

(fonte)

Carlos Couto é carioca, publicitário, Flamengo, curte rock'n'roll, cerveja e jogos de tabuleiro. Atualmente é responsável pelo blog E Aí, Tem Jogo? e está sempre junto nos eventos cariocas.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Abrindo a caixa: Glory to Rome

Por Carlos Couto


Em 2009 joguei pela primeira vez o Glory to Rome, gostei pra caramba do jogo, é um card-game inteligente mas era muuuuito feio.

Em 2011 o pessoal da CGF puxou um financiamento coletivo para fazer uma versão mais bonita e com novas regras e expansões. O financiamento foi um sucesso.

Os player-mats e as cartas.

Pois bem, o grande problema foi a produção. Muito problema com a impressão das cartas na China, container parado, enfim, mais de um ano depois recebi finalmente minha Black Box.

O jogo ficou realmente lindo, as cartas com artes minimalistas, a caixa preta com a águia do Império Romano, tudo muito bacana. A expansão com novas cartas e o jogo bonus (o Plato 3000) também são interessantes e tudo com bastante qualidade.

Zoom nas cartinhas com arte super caprichada.

No final valeu o investimento? Com certeza. Mas valeu a espera? Não, se eu tivesse idéia que esperaria mais de um ano pela minha cópia tinha ficado com a minha versão que eu fiz na ArtCows e que ficou bacana também.

(fonte e imagens)

Carlos Couto é carioca, publicitário, Flamengo, curte rock'n'roll, cerveja e jogos de tabuleiro. Atualmente é responsável pelo blog E Aí, Tem Jogo? e está sempre junto nos eventos cariocas.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Entrevista: Antoine Bauza

Por Carlos Couto

Vamos começar a semana conhecendo um pouco do trabalho desse autor que já tem no currículo dois jogos super aclamados, o Ghost Stories e o 7 Wonders. Agora com vocês um pouco do Antoine Bauza.

Antoine Bauza e seu primeiro grande sucesso. Foto BGG.

Primeiro um pouco de você, quando começou o interesse pela criação de jogos e quais as suas principais influências no início da carreira?

Antoine Bauza: Eu comecei a fazer meus jogos na adolescência. Depois das minhas primeiras tentativas passei muito do meu tempo jogando video games e RPG. Eu redescobri os jogos de tabuleiro no final da faculdade por volta de 2003. Meu primeiro jogo publicado foi o Chabyrinthe em 2007. As minhas influências são muitas, eu pego as idéias para jogos de muitas fontes : livros, filmes, viagens, cenas do dia-a-dia...

Primeiro jogo publicado, Chabyrinthe. Foto BGG.

Depois do Ghost Stories seu nome se tornou mais conhecido entre os gamers, no que isso te ajudou?


O excelente Ghost Stories. Foto BGG.

AB: Eu não tenho certeza se o Ghost Stories me ajudou entre os gamers e as publicadoras jogos. O jogo foi uma grande experiência de design e eu aprendi muito com o desenvolvimento dele. Então isso foi um grande passo para minha carreira.

Atualmente o 7 Wonders é considerado um dos card-games mais criativos do mercado e as expansões só tem ajudado a crescer o número de fãs, o que podemos esperar para além dos Líderes e das Cidades?

7 Wonders com suas duas expansões. Foto BGG.

AB: Eu estou trabalhando na terceira expansão (possivelmente chamada : Armada). Ainda tem muito trabalho a ser feito, mas estou bastante contente com a resposta que os primeiros jogadores tem dado. Então, eu acredito que essa seja publicada mais para o futuro. Depois disso, bem, vamos ver (hehehe).

Para esse ano em Essen, o lançamento do Tokaido. Foto BGG.

Atualmente em fase de playtestes, como está o andamento do Rampage e o que podemos esperar desse jogo?

AB: Os playtestes estão terminados para o Rampage. Nossa primeira expectativa era que ele fosse apresentado em Essen '12, mas a publicadora teve alguns problemas de produção e o jogo só será lançado em 2013. Ele vai ser um jogo especial com componentes em 3D e uma jogabilidade única : Você é um grande monstro destruindo tudo pela cidade, comendo meeples aos montes e lutando contra outros monstros, bem ao estilo Godzilla (hehehehe).

As primeiras imagens do Rampage. Foto BGG.

(fonte)

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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Top 5 especial Halloween

Por Carlos Couto

No Dia das Bruxas e nos tabuleiros temos vários jogos com temática de terror, na sua maioria jogos "palha" ou fraquinhos, então para vocês na hora de gastarem seu rico dinheirinho não escolherem um jogo mais fraquinho vou fazer um TOP 5 dos jogos de terror que eu acho mais legal.


1. Betrayal at the House on the Hill (resenha)

Nesse jogo somos exploradores entrando numa casa assombrada para tentar desvendar os seus mistérios, o que os jogadores não sabem é que em determinado ponto da aventura um deles pode se tornar um traidor e acabar com seus "companheiros".


2. Zombicide (resenha)

Apocalipse zumbi rolando, galera junta tentando se safar dos perigos que rondam a cidade e sobreviver à morte eminente. Muitas miniaturas num jogo cooperativo de perder o fôlego.

3. Fearsome Floors

O lance desse é tentar sair com o máximo de sobreviventes possível da casa assombrada, nem que para isso você tenha que colocar na reta os outros jogadores para se tornarem vítimas das criaturas que ficam passeando por lá.


4. Chaos in the Old World (resenha)

O mundo está cheio de seguidores de clãs demoníacos tentando se superar frente aos outros, e para isso cada um usa seus métodos que vão da magia a porradaria pura.


5. Dungeon Petz (resenha)

De onde vem os monstros? Ora, das pet-shops! Pequenas criaturas fofas que precisam de carinho e alimentação para se tornarem destruidores a serviço dos seus mestres depois de crescidos.


Menção honrosa. Vale dos Monstros

Hora de assombrar o acampamento como vampiros, mumias entre outras criaturas. Quem vai conseguir aterrorizar mais esses campistas desavisados?

Esses são as minhas recomendações, tem para todos os gostos, desde os jogos de porrada até os euros, então faça a sua escolha e bote para aterrorizar a mesa da sua galera.

(fonte)

Carlos Couto é carioca, publicitário, Flamengo, curte rock'n'roll, cerveja e jogos de tabuleiro. Atualmente é responsável pelo blog E Aí, Tem Jogo? e está sempre junto nos eventos cariocas.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Resenha: Gran Circo

Por Carlos Couto


Demorou, mas à partir dessa semana, toda semana vou fazer pelo menos uma resenha dos jogos que vem sendo lançados no Brasil. Tenho na fila Galápagos, RDG, Ceilikan e hoje vou abrir os trabalhos com a MS Jogos e seu primeiro jogo o Gran Circo.

Criado pelo amigo Marco Macri, em Gran Circo somos responsáveis por contratar, promover e chamar mais atenção para o nosso circo em relação a concorrência.

O tabuleiro central, onde ficam os tiles de investimentos.

A mecânica do jogo é bem tranquila de aprender e ensinar. São 4 turnos dividos em 3 fases que são : fase 1 de receber grana, artistas e escolher os personagens para ajudar; fase 2 para distribuir os artistas nos circos; fase 3 para investir em melhorias.

No final dos turnos 2 e 4 fazemos uma pontuação baseada nos artistas e nos investimentos que fizemos no nosso circo e depois da pontuação do turno 4 o jogo acaba e ganha quem tiver mais pontos.

E o tabuleiro de circo para cada jogador.

A mecânica está bem arrumadinha e a produção está muito caprichada, ele é atualmente o jogo nacional com mais cara de "euro" do mercado. E é uma ótima opção para aquela jogatina em família ou numa joga mais casual.

(fonte e imagens)

Carlos Couto é carioca, publicitário, Flamengo, curte rock'n'roll, cerveja e jogos de tabuleiro. Atualmente é responsável pelo blog E Aí, Tem Jogo? e está sempre junto nos eventos cariocas.