segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Lançamentos 2012: Darkest Night

Por Ricardo Stávale


Darkest Night, do designer Jeremy Lennert, é um jogo de tabuleiro totalmente cooperativo para um a quatro jogadores (até seis, com variantes), em um reino quebrado sob a sombra de um necromante.


Cada jogador assume o papel de um dos últimos heróis do reino (nove personagens jogáveis), cada um com um conjunto único de habilidades especiais.


Explorar o reino oferece novos poderes e equipamentos para fortalecer o jogador e seu partido, bem como as chaves que podem desbloquear as relíquias sagradas e derrotar o necromante.


Mas mortos-vivos vagam vorazmente pelo reino, e como o necromante continua a construir sua base de poder, ele atormenta a terra e seu exército constantemente cresce.


Conforme o jogo avança, o necromante se torna mais e mais poderoso, criando pragas rapidamente. Se uma área se torna muito marcada, ela é invadida. E se o mosteiro estiver completamente invadido, o necromante ganha e o reino é engolido pela escuridão.


Antes do mosteiro cair, cabe ao grupo de jogadores derrotarem o necromante de duas formas diferentes: reunindo três relíquias sagradas e trazê-las de volta para o mosteiro ou tentando derrotar o necromante no combate direto.

(fonte e imagens)

Ricardo Stávale é caiçara de Itanhaém, arquiteto de sistemas, baixista e pai sem manual de instrução. Verdadeiro fã de jogos de tabuleiro e RPG, atualmente é responsável pelo blog Redomanet.

Perplexus pela mão da Mesaboardgames

Por Carlos Abrunhosa


A editora portuguesa Mesaboardgames anunciou hoje que já tem à venda o quebra cabeças Perplexus. Não sendo propriamente um jogo de tabuleiro é certamente um excelente presente lúdico!

O brinquedo está à venda no site da editora - AQUI - por 20€. A mesma fonte afirma que o Perplexus estará à venda este Natal nas grandes superfícies – Continente, FNAC, El Corte Inglês e outras lojas da especialidade!

Será desta que as grandes superfícies abrem a porta aos jogos de tabuleiro?!

(fonte)

Carlos Abrunhosa reside em Aveiro, Portugal e é professor de profissão. Adora jogos de tabuleiro e para lá do JogoEu, é organizador de eventos como o Jigajoga e o RiaCON.

Resenha: Gran Circo

Por Carlos Couto


Demorou, mas à partir dessa semana, toda semana vou fazer pelo menos uma resenha dos jogos que vem sendo lançados no Brasil. Tenho na fila Galápagos, RDG, Ceilikan e hoje vou abrir os trabalhos com a MS Jogos e seu primeiro jogo o Gran Circo.

Criado pelo amigo Marco Macri, em Gran Circo somos responsáveis por contratar, promover e chamar mais atenção para o nosso circo em relação a concorrência.

O tabuleiro central, onde ficam os tiles de investimentos.

A mecânica do jogo é bem tranquila de aprender e ensinar. São 4 turnos dividos em 3 fases que são : fase 1 de receber grana, artistas e escolher os personagens para ajudar; fase 2 para distribuir os artistas nos circos; fase 3 para investir em melhorias.

No final dos turnos 2 e 4 fazemos uma pontuação baseada nos artistas e nos investimentos que fizemos no nosso circo e depois da pontuação do turno 4 o jogo acaba e ganha quem tiver mais pontos.

E o tabuleiro de circo para cada jogador.

A mecânica está bem arrumadinha e a produção está muito caprichada, ele é atualmente o jogo nacional com mais cara de "euro" do mercado. E é uma ótima opção para aquela jogatina em família ou numa joga mais casual.

(fonte e imagens)

Carlos Couto é carioca, publicitário, Flamengo, curte rock'n'roll, cerveja e jogos de tabuleiro. Atualmente é responsável pelo blog E Aí, Tem Jogo? e está sempre junto nos eventos cariocas.