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quinta-feira, 12 de abril de 2012

Lançamentos 2011: The Castles of Burgundy

Por Ricardo Stávale

Este jogo se passa na região de Burgundy da França na alta Idade Média. Cada jogador assume o papel de um aristocrata, originalmente controlando um pequeno principado.


Assumindo o papel destes aristocratas, os jogadores podem construir assentamentos e castelos poderosos, praticar comércio ao longo do rio, explorar minas de prata, e usar o conhecimento de viajantes.


O jogo é sobre a colocação de peças no tabuleiro para o principado. O mecanismo de jogo principal envolve dois dados.


É possível influenciar os números obtidos nos dados, de modo que o jogo não é completamente sujeito à sorte.


As regras incluem versões básicas e avançadas.

(fonte)

Ricardo Stávale é caiçara de Itanhaém, arquiteto de sistemas, baixista e pai sem manual de instrução. Verdadeiro fã de jogos de tabuleiro e RPG, atualmente é responsável pelo blog Redomanet.


sexta-feira, 9 de março de 2012

E o Jogo do Ano na Suiça é…

Por Carlos Abrunhosa


Glory to Rome de Carl Chudyk ganhou o prêmio para melhor jogo do ano na Suíça este ano, em segundo lugar ficou The Castles of Burgundy e em terceiro lugar Helvetia de Matthias Cramer.

O 2º Swiss Gamers Award será oficializado na grande convenção do país dos relógios, que decorrerá em La Chaux-de-Fonds entre 16 e 18 de março organizada pela Ludesco.

(fonte)

Carlos Abrunhosa reside em Aveiro, Portugal e é professor de profissão. Adora jogos de tabuleiro e para lá do JogoEu, é organizador de eventos como o Jigajoga e o RiaCON.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

The Castles of Burgundy

Por Vince Vader do blog Game Analyticz

Excelente aquisição pra ludoteca. The Castles of Burgundy está com uma nota bem alta de 7,83 no BGG, inclusive. Neste game os players são senhores no vale de Loire na França; cada um possui um território que deve evoluir e prosperar. Um detalhe interessante: este título é o número 14 da série especial da editora ALEA.


Em termos de jogo temos um tabuleiro coletivo, onde ficam disponíveis diversos tipos de prédios, recursos, construções com poderes especiais, etc. Cada jogador possui um tabuleiro individual que representa o seu feudo, que deve ir sendo completado com elementos retirados do board principal. Há diferentes tipos de tiles: pedreiras, animais, bens de comércio, construções, conhecimento, etc.


Temos duas mecânicas principais: uma de dice rolling que pode ser manipulada para cima ou para baixo com trabalhadores; e uma mecânica de tile placement bem interessante baseada no resultado dos dados. Os jogadores compram tiles do tabuleiro principal, estocam na base do tabuleiro individual e só assim podem construir e adquirir bônus e benefícios.


O jogo não chega a ser complexo, mas possui uma série de etapas e sub regras que exige atenção especial. Uma primeira jogada deu pra sentir bem como funciona, mas é preciso uma meia dúzia de partidas para dominar razoavelmente. A arte e os componentes são bem legais também.

Duração do game em 4 jogadores: quase 2 horas e 20 minutos com explicação das regras. No final cansou um pouquinho, mas não foi menos emocionante por causa disso.

(fonte)