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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Este é o nosso post 666!

E chegamos ao post de número 666!


  • Se você tentava rodar o disco da Xuxa de trás pra frente quando criança...
  • Se você jurava ter um amigo que tinha um amigo que viu a Loira do Banheiro...
  • Se você já jogou Arkham Horror sob luz de velas esperando o Cthulu aparecer...
  • Se você ouve rock (porque é música do Cramunhão) ou funk (porque ouvir isso é um inferno!)
  • E principalmente se você é jogador de RPG (por que dizem que é jogo do demo, certo?)...

ESTE POST É PARA VOCÊ

No ano passado, nosso blog parceiro O Clérigo e a Ordem do RPG fez uma mega resenha de um jogo de horror do autor Gustavo Nascimento (AERO, Tinco)! Confira!



Por O Clérigo do blog O Clérigo e a Ordem do RPG

Resenha: Massacre Card Game


Como já falei em posts anteriores, fui agraciado com a oportunidade de jogar um card game inusitado, durante a RPGCON 2010. O nome do jogo, Massacre, já diz quase tudo, mas ainda assim me propus fazer esta review para deixar claro que o jogo é bom demais. Não deixe de conferir.

Bom, acho que vale a pena relatar como eu fiquei sabendo desse jogo. Eu desci no metrô Sumaré e estava tentando decifrar um mapa que indicava o caminho até a RPGCON. Como rolei um 1 no dado, fiquei totalmente perdido, até que encontrei dois cabeludos vestidos de preto e com grandes mochilas nas costas. Rolei minha perícia sentir motivação e, com um 20 no dado, soube que eles estavam indo para o evento.

Enquanto íamos, nos apresentamos e um deles (que aparece na foto acima, de camiseta branca e com a mão esquerda estendida sobre a mesa) falou-me sobre o playtest do card game Massacre, que ia acontecer no andar superior da escola. Como não gosto de card games, nem dei muita atenção, mas fui direto para a feira de livros usados.


Quando estava na feira, encontrei meu amigo Thiago e fomos dar uma volta pela dungeon escola, quando então nos deparamos com as mesas de playtest de Massacre. Eu tirei a foto acima e já estava pronto para sair, mas meu amigo começou a perguntar sobre o jogo, e o Gustavo (criador do massacre) foi explicando. Quando me dei por conta já estava sentado aprendendo a jogar.

Como já disse, não gosto de cardgames (apesar de que eu gostava de Spellfire...) mas este em particular é fascinante. A história por trás do jogo é simples: um milionário morreu e deixou sua fortuna para quem conseguir provar que existem seres sobrenaturais no mundo. Essa é a deixa para os jogadores irem atrás de monstros abissais que assolam o planeta e ver quem consegue coletar a maior quantidade de criaturas (bem no estilo caça-fantasmas).


A propósito, esse foi também o tema de um live-action realizado durante o evento, que foi divulgado com esse jornal aí a direita. Segundo o criador do jogo, no dia do lançamento oficial, quem trouxer este jornalzinho vai ganhar uma carta especial. Se você já jogou seu jornal fora, iu losti preibói! O meu está bem guardado, hehehe.

Sobre a mecânica do jogo, é bem simples: cada jogador escolhe três personagens com os quais enfrentará os monstros. São ao todo sete tipos de personagens: Padres (meus favoritos, hehehe), Mercenários, Empresários, Adolescentes, Ninjas, Domadores de Animais e Cientista Maluco, cada um com seus pontos fortes e fraquezas.

Já os monstros eu não sei quantos são, mas era algo em torno de cinquenta, que devem ser completamente massacrados. Quando um personagem ataca um monstro, ele joga alguns dados (de 2 a 4, dependendo do tipo de personagem) e tem que atingir o valor exato de defesa do monstro. Por exemplo: se um monstro tem 7 pontos de defesa, e você rolar três dados e conseguir 5, 6 e 2, você pode somar 5+2 para massacrar o monstro. Se houver outro monstro na mesa com defesa 6, você pode usar o outro dado para eliminá-lo também. Dê uma olhada nesse vídeo, que mostra o Thiago e o Gustavo, enquanto eu narro o que estou achando do extermínio.


(fonte)



segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Adaptação: Caverna do Dragão para Hero Quest – Sheila

Por O Druída do blog O Clérigo e a Ordem do RPG


Olá galera. Depois de algum tempo voltamos com nossa adaptação de Caverna do Dragão para Hero Quest. Hoje vamos trazer uma personagem feminina, Sheila, a ladina.

Sheila é irmã de Bobby e superprotetora com o irmão. Exceto por Presto, é a personagem mais insegura e indecisa da série. De personalidade sensível e delicada parece esconder uma paixão por Hank, embora isso nunca tenha sido confirmado.

Ela é uma personagem muito pouco explorada, sendo largamente utilizada apenas como um "personagem de apoio", sempre em segundo plano em relação aos eventos principais da série. Parte disso pode ser o fato do preconceito que Caverna do Dragão sofria na época, tanto que as versões em espanhol da série apresentam Sheila como uma ilusionista e não como uma ladina.

Carta de Personagem.

Ela recebeu um manto mágico que a deixa completamente invisível. Sem dúvida uma das armas do poder mais úteis da série.

Carta de Artefato

Pessoal, é isso aí. Espero que tenham gostado.

Abraços e até o próximo post =D...

Você sabia que a FunBox é o único lugar que você consegue alugar uma cópia em português de HeroQuest com miniaturas importadas?

Sobre HeroQuest: Neste clássico da década de 80, você e seus amigos participarão de diversas aventuras orquestradas pelo maquiavélico mago Zargon!


(fonte)

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Adaptação: Caverna do Dragão para Hero Quest – Presto

Por do blog O Clérigo e a Ordem do RPG


Bem galera. Hoje eu trago mais um personagem para vocês e talvez o mais querido da série, Presto, o Mago.

Presto é, em poucas palavras, o nerd do grupo.

Suas trapalhadas, quando não são catastróficas, costumam ser motivo de chacota por parte de seus companheiros, especialmente de Eric.

Já demonstrou sua vontade de ficar no Reino (episódio: “A Noite sem Amanhã”) e se apaixonou por Varla (episódio: “A Última Ilusão”).

Carta de Personagem

Recebeu um poderoso chapéu mágico, do qual podem ser retirados objetos, animais e magias aleatoriamente. O poder do chapéu não é inteiramente dominado por seu dono e em diversas vezes, acaba atrapalhando ainda mais ao invés de ajudar. Apesar disso, o chapéu parece ser capaz de realizar qualquer magia existente, superando até mesmo efeitos mágicos como o do Vingador ou do mago Kelek. Só falta mesmo Presto aprender a usar o chapéu corretamente =D...

Carta de Artefato

O nome Presto já foi motivo de várias discussões por seu significado. Derivado do italiano pode ser sinônimo de “rápido”, “imediatamente”, “depressa” ou “prontamente” em várias línguas. É também um andamento musical.

Uma vez li algo bem interessante sobre o nome do personagem. Presto pode ter mesmo esse nome por causa do significado propriamente dito, uma vez que não precisa elaborar suas magias, passar tempo se concentrando ou estudando grimórios (apesar de poder fazer isso) e não precisa também utilizar ingredientes. Tudo é feito de imediato, na hora, basta apenas ele acertar =).

Outro ponto interessante é que Caverna do Dragão sofria muita perseguição na época, foi eleito inclusive o desenho mais violento de todos (HAHAHAHA) e acusado de incentivar práticas ocultas ou de adoração a outros deuses. Por esse motivo os criadores da série resolveram não incluir armas cortantes ou menção a deuses na série. Tiamat era um dragão e Lolth era a Rainha das aranhas, mas não possuíam seguidores ou clérigos. Então o seu nome foi uma lembrança à classe, uma vez que as magias lançadas por Presto lembram muito os efeitos dos clérigos, ou priest na língua do Tio Sam.

Notaram? Presto e Priest? Bem, não deixa de ser interessante =)...

Galera, é isso aí. Até o próximo post...

(fonte)

domingo, 31 de julho de 2011

Adaptação: Caverna do Dragão para HeroQuest – Eric

Por O Druida do blog O Clérigo e a Ordem do RPG


Olá, pessoal. Hoje eu dou continuidade à série de posts sobre Caverna do Dragão para o HeroQuest, trazendo um personagem muito querido da série, Eric, o Cavaleiro.

Eric Montgomery é filho de pais milionários. É na maior parte do tempo arrogante, egoísta e sarcástico. Sempre age como um garoto mimado e não parece se preocupar nem um pouco em tentar esconder isso.

Sua única preocupação verdadeira é a de encontrarem um modo de retornarem para casa.

Devido a sua natureza, Eric colocou o grupo em diversas enrascadas. Mas diversas vezes se arriscou pra salvá-los também, deixando de lado até mesmo a chance de voltar para o nosso mundo em prol da segurança de seus companheiros.


Costuma falar demais, o que sempre resulta em algum sermão ou lição de moral por parte do Mestre dos Magos.

Ao longo do seriado, Eric tem suas feições transformadas como conseqüência de seu comportamento: um burro, uma fera do pântano, um macaco de cara azul e até um Mestre dos Magos. Engraçado como as coisas geralmente só acontecem com ele.

Sua arma mágica é um poderoso escudo que o protege contra praticamente qualquer tipo de ataque, seja ele mágico ou não. Nada parece ser capaz de atravessar o campo de força criado pelo escudo, nem os raios de um Beholder (episódio: “O Olho do Observador”) e nem mesmo o desmoronamento de uma encosta inteira (episódio: “O Vale dos Unicórnios”).


Fazendo o papel do herói relutante, sempre se queixando de sua situação e sempre se lamentando com saudades de casa, Eric diversas vezes salvou o dia com o seu escudo. Essas características o tornaram justamente o personagem mais realista e também o mais carismático da série.

Galera, o pessoal mais atento vai perceber que a carta de personagem de hoje ficou mais caprichada que a de semana passada. Isso ocorreu porque utilizei outro programa. Sendo assim resolvi dar uma caprichada maior na carta de personagem do Bobby também...


Não se esqueçam. Este material depende da aprovação de vocês. Por favor, comentem e deixem suas críticas e sugestões.

Valeu, turma... Até o próximo post =D...

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(fonte)