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terça-feira, 21 de agosto de 2012

Munchkin Apocalypse: Mars Attacks

Por Hélio Greca

A Topps e a Steve Jackson Games anunciaram o lançamento de Munchkin Apocalypse: Mars Attacks, um booster com 15 cards ambientados e com arte original da sangrenta série de cards lançada em 1962.

Munchkin Apocalypse: Mars Attacks

A coleção de cards Mars Attacks gerou filmes e histórias em quadrinhos ao longo dos últimos 50 anos, e atualmente está em meio de um grande reboot que inclui novos livros, brinquedos e uma série de histórias em quadrinhos.


A sanguinolência, ação ultrajante e humor negro presentes em Mars Attacks cairão bem no universo Munchkin: "Seremos completamente fieis aos conceitos originais de Mars Attacks. Vamos explodir coisas sem razão, piedade ou até mesmo razão muito boa. Continuaremos até que os terráqueos nos forcem a uma última resistência em nosso planeta moribundo. São eles ou nós", declarou um empolgado Steve Jackson.

Munchkin Apocalypse: Mars Attacks será lançado no início de 2013.

(Fonte)

Hélio Greca é jogador inveterado e criador do site Rocky Raccoon. Coleciona moedas do Império Romano e aprecia incondicionalmente um bom livro, história, charutos e vinho. De preferência tudo junto.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Ogre de bolso

Por Manuel Pombeiro


A Steve Jackson Games depois do gigantesco sucesso da sua campanha no Kickstarter para a re-edição do Ogre, vai lançar uma versão de bolso do Ogre, com o mapa e os componentes originais e manter o preço de 2,95 USD de à 30 anos atrás.

(Fonte)

Seguindo o tema "Ludo ergo sum" (Jogo, logo existo), Manuel Pombeiro é português, fã de jogos de tabuleiro, jogos de guerra, miniaturas e mantem o blog Firepigeon.

sábado, 12 de maio de 2012

Car Wars

Por Sarah Gabriela

Steve Jackson começa a divulgar seus planos após o projeto Ogre.


Acredito que a maioria dos board gamers está acompanhando o projeto de crowdfunding de Ogre, da Steve Jackson Games no Kickstarter. O site tem se mostrado um grande aliado do hobby, já que o formato obteve grande receptividade por parte do público e dos designers, muitos dos quais, de outra forma, não haveriam publicado seus jogos.

A campanha de Ogre já está acontecendo há algum tempo e chegou à incrível marca de 650 mil dólares arrecadados (e subindo).

Recentemente uma atualização na página do projeto causou polêmica: Jackson determinou uma nova meta, no valor de 700 mil dólares, que caso seja atingida, resultará no lançamento do projeto, no mesmo Kickstarter, de uma re-edição de Car Wars, outro grande sucesso do estúdio.


O que estava sendo discutido, após o estabelecimento da nova meta, entre os fãs "alvoraçados" no twitter era: Por que vincular o lançamento de um projeto com outro já em andamento, sendo que ambos conseguem arrecadar fundos sozinhos?

Muitos se sentiram "enganados" pela nova meta, que não acrescenta nada ao projeto em andamento. Outros correram para divulgar o Ogre, para que a meta seja alcançada e Car Wars seja disponibilizado no site para os Backers poderem fazer a sua "vaquinha".

Mas o meu questionamento vai além disso: O uso do Kickstarter por Steve Jackson, que possui não apenas reconhecimento como designer, mas uma empresa fabricante de jogos, é correto?

O uso da plataforma não é proibido para empresas, desde que elas obedeçam aos seus termos de uso. Mas com essa pergunta eu quero trazer a tona o lado do designer iniciante, que a ainda não possui nome na indústria, nenhum jogo lançado e vê no formato crowdfunding uma chance de ganhar a simpatia de uma grande editora e de já começar sua possível carreira com o apoio direto do seu público final. Como esse designer iniciante pode concorrer com nomes como o de Steve Jackson, relançando jogos já conhecidos do público?


Acredito que se Jackson fizesse um investimento (convenhamos, bem menor que os US$600.000,00 arrecadados até então), lançasse Ogre, disponibilizasse para os distribuidores e fizesse uma campanha de marketing regular, ele seria vendido da mesma forma. Por que usar o formato crowd funding?

Eu não acho justo. Apesar de não haver restrição para esse tipo de iniciativa. Não tenho nada contra a SJG, gosto bastante de muitos dos seus produtos, mas achei a apelação para o Kickstarter desnecessária.

Abriu um precedente que eu enxergo como negativo para a própria indústria. E se todos os designers que já possuem alguma relevância se valerem do formato para o lançamento ou relançamento de seus jogos? Aonde entra o novo? O iniciante?

Quero fomentar o espaço para a discussão, sei que muitas pessoas irão discordar (já que eu não estou falando de qualquer estúdio, não é?), mas eu vejo os board games como um hobby de gente esclarecida, aberta a troca de ideias e principalmente, consciente de que a sua opinião influência na forma como as próprias empresas tomam suas decisões.

(fonte)

Sarah Gabriela Farias é amazonense, empresária, produtora e gestora cultural. Tem divulgado os jogos de tabuleiro importados e outros hobbies no Brasil desde 2009 através do blog Strategos

domingo, 22 de abril de 2012

O Castelo de Steve Jackson

Por Wagner Rodrigues

E Steve Jackson (a mesma produtora de Munchkin) lançará um jogo que promete ser bem interessante.

Criado por Beau Beckett, Castellan é um game em que você precisará construir um castelo. Ao contrário de outros jogos com esta mesma temática (A Castle for All Seasons, etc), nele você usará miniaturas de plástico que se conectam.


Basicamente no jogo, você vai construindo as muralhas até fechar uma região. Quando isso ocorrer, você colocará uma peça de torre "tomando" este território.

Cartas determinarão qual peça usar cada turno, mas fica a seu critério escolher onde colocá-la.

O jogo, para dois construtores, vem com 110 peças de castelo, 28 cartas e regras tem previsão de lançamento para este ano.


Imagens: Steve Jackson Games

Como bom mineiro, Wagner Rodrigues é viciado em pão de queijo. Respira jogos de tabuleiro, come tutu de dados com farinha de meeples no almoço e é um dos sócios da FunBox Ludolocadora, a primeira locadora de jogos de tabuleiro do país.