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segunda-feira, 16 de julho de 2012

Review: DC Comics Deck-building Game

Por Evaldo Vasconcelos


Que tal um jogo com os maiores super-herois de todos os tempo como: Batman, Superman, Mulher-Maravilha, The Flash, Lanterna Verde e muitos outros?

A Cryptozoic Entertainment divulgou mais detalhes de seu principal lançamento para o verão americano. DC Comics Deck-Building Game, será baseado nos Novos 52.

O jogo foi desenvolvido por Matt Hyra (World of Warcraft Miniatures Game e Vs. System) e Ben Stoll. São 214 cartas de jogo e 7 cartas de herói. O jogo é para 2 a 5 participantes. A idade recomendada é a partir de 15 anos e as partidas duram de 30 a 45 minutos.



Seguindo o padrão de outros Deck Building Games, cada jogador começa a partida com um baralho inicial de 10 cards e compra uma mão de 5 cartas a cada turno. Há 5 tipos de cartas que podem ser adquiridas: vilões, heróis, equipamentos, super-poderes e locações.

Os jogadores devem obter poder suficiente para derrotar o super-vilão da vez, mas, quando isso acontece, um novo vilão aparece para ataca-los. Para se defender os jogadores utilizam habilidades de cartas e equipamentos como: Bat-cinto de utilidades, super-velocidade, armas de raios, entre outros. O jogador com mais pontos de vitória no final da partida é o vencedor.


Os americanos que já tiveram acesso ao jogo em convenções descreveram o jogo como uma mistura de Penny Arcade: Gamers vs. Evil com a série Ascension da Gary Games. Alguns detalhes descritos por este jogadores são:

As cartas que acumulam pontos também tem um segundo valor que determina o final de cada partida;

Os ataques dos vilões diminuem o número de cartas compradas pelo jogador alvo do ataque;

Os decks iniciais não são iguais. Cada deck tem características e habilidades diferentes, o que pode causar um grande desequilíbrio entre os jogadores.

O jogo tem, a meu ver, um grande a favor que é a autoria. Matt Hyra, um dos designers de DC Comics Deck-building Game é um dos autores do Vs Systen (na minha opinião, o melhor card game de super-heróis já lançado).

O grande contra é que a Cryptozoic ainda não conseguiu lançar um título realmente relevante desde que começou a investir na diversificação de seus títulos. A empresa ainda se mantem graças às vendas do Word of Warcraft TCG (cujos direitos foram adquiridos da Upper Deck) e do Walking Dead: Board Game (um título cujas vendas se mantem pelo público da série de TV. O jogo não teve uma boa aceitação entre os jogadores mais experientes).

Será que este novo título irá consolidar o nome da empresa entre os jogadores veteranos?

Imagens do site da editora.

(Fonte)

Evaldo Vasconcelos é amazonense, empresário, produtor e gestor cultural. Tem divulgado os jogos de tabuleiro importados no Brasil desde 2009 através do evento Eurogames Manaus e do blog Strategos

domingo, 27 de maio de 2012

Tsuro of the Seas

Por Evaldo Vasconcelos

Anunciada nova versão para Tsuro, jogo da Calliope Games.


Tsuro é um jogo abstrato de Tom McMurchie lançado em 2004. O jogo tem uma mecânica bem simples e permite que dois a oito jogadores disputam partidas com média de 15 minutos de duração.

Este ano a Calliope Games anunciou uma releitura do jogo chamada Tsuro of the Seas. Segundo a empresa o jogo terá uma versão mais temática e introduzirá novas mecânicas.

Ray Wehrs, presidente da Calliope, falou um pouco sobre o cenário do jogo: "O imperador do Japão enviou os jogadores para uma missão de informar ao mundo que ele é o dono de todas as terras e águas até o alcance de seus olhos."

Cada jogador é o capitão de um barco que navega pelo tabuleiro do jogo, evitando os monstros que espreitam: "Os daikaiju (monstros) movem-se randonicamente pelo tabuleiro. Você não enfrenta apenas seus oponenetes, mas o tabuleiro também. Quando um daikaiju entra em um tile com outro daikaiju ou barco, remove esta outra peça do jogo", explica Wehrs.


Os movimentos dos monstros são definidos pelas jogadas de dois dados, o que acrescenta um elemento aleatório ao jogo. Os jogadores devem ainda desviar de rochedos.

Além da introdução dos monstros marinhos, a nova versão de Tsuro possui um tabuleiro maior e inclui um deck de tiles.

O designer da nova versão é Jordan Weisman, que já desenvolveu expansões para jogos como BattleTech e HeroClix.


O jogo tem previsão de lançamento para agosto.

Imagens: Caliope Games

(fonte)

Evaldo Vasconcelos é amazonense, empresário, produtor e gestor cultural. Tem divulgado os jogos de tabuleiro importados no Brasil desde 2009 através do evento Eurogames Manaus e do blog Strategos

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Dixit: Journey

Por Evaldo Vasconcelos

Mais um título para a família Dixit.


Lançado em 2008, Dixit foi o grande vencedor do Spiel de Jahres 2010

Em 2010 saiu a primeira expansão, Dixit 2, que acrescentou mais 84 cartas. Em 2011, foi lançado Dixit Odyssey, que teve ilustrações de Pierô e Marie Cardouat (ilustradora das duas primeiras edições do jogo). Odyssey podia ser jogado como uma expansão a edição base, mas, também vinha com regras opcionais para jogo em equipe, o que permitia partidas com até 20 jogadores.

Dixit: Journey (Que, na França, será lançado como Dixit 3) foi criado para atingir um público mais amplo e pretende chegar as grandes lojas de departamento. Segundo Christophe Arnoult, diretor da Asmodee Editions:

"O jogo terá as mesmas regras, mas, mudamos o ilustrador para tornar as imagens mais familiares e com um estilo cartoon e assim, mais acessível a todos. Também, exemplificamos as regras no manual, de forma a torna-lo mais fácil de ser ensinado. Apesar de ser um jogo simples, sabemos que quando chegamos ao mercado de massas atingimos um público que não está acostumado com muitos jogos temos que tornar as regras o mais simples possíveis."


O novo ilustrador da expansão é Xavier Collette que já ilustrou outro jogos como: Tiemline e Et Toque!

Dixit: Journeys incluirá algumas ilustrações das primeiras versões, o que permitirá que os novos fãs tenham acesso a arte do jogo original, que permanecerá disponível para venda. Esta versão também será compatível com o jogo original.

Bom saber que mais indústrias de jogos estão conseguindo sair do mercado especializado e atingir o grande público. O triste da história é saber que esta fatia do mercado precise de explicações adicionais, mesmo para um jogo tão simples como Dixit. C'est la vie.

Imagens: Asmodeé

(fonte)


Evaldo Vasconcelos é amazonense, empresário, produtor e gestor cultural. Tem divulgado os jogos de tabuleiro importados no Brasil desde 2009 através do evento Eurogames Manaus e do blog Strategos

sábado, 12 de maio de 2012

Car Wars

Por Sarah Gabriela

Steve Jackson começa a divulgar seus planos após o projeto Ogre.


Acredito que a maioria dos board gamers está acompanhando o projeto de crowdfunding de Ogre, da Steve Jackson Games no Kickstarter. O site tem se mostrado um grande aliado do hobby, já que o formato obteve grande receptividade por parte do público e dos designers, muitos dos quais, de outra forma, não haveriam publicado seus jogos.

A campanha de Ogre já está acontecendo há algum tempo e chegou à incrível marca de 650 mil dólares arrecadados (e subindo).

Recentemente uma atualização na página do projeto causou polêmica: Jackson determinou uma nova meta, no valor de 700 mil dólares, que caso seja atingida, resultará no lançamento do projeto, no mesmo Kickstarter, de uma re-edição de Car Wars, outro grande sucesso do estúdio.


O que estava sendo discutido, após o estabelecimento da nova meta, entre os fãs "alvoraçados" no twitter era: Por que vincular o lançamento de um projeto com outro já em andamento, sendo que ambos conseguem arrecadar fundos sozinhos?

Muitos se sentiram "enganados" pela nova meta, que não acrescenta nada ao projeto em andamento. Outros correram para divulgar o Ogre, para que a meta seja alcançada e Car Wars seja disponibilizado no site para os Backers poderem fazer a sua "vaquinha".

Mas o meu questionamento vai além disso: O uso do Kickstarter por Steve Jackson, que possui não apenas reconhecimento como designer, mas uma empresa fabricante de jogos, é correto?

O uso da plataforma não é proibido para empresas, desde que elas obedeçam aos seus termos de uso. Mas com essa pergunta eu quero trazer a tona o lado do designer iniciante, que a ainda não possui nome na indústria, nenhum jogo lançado e vê no formato crowdfunding uma chance de ganhar a simpatia de uma grande editora e de já começar sua possível carreira com o apoio direto do seu público final. Como esse designer iniciante pode concorrer com nomes como o de Steve Jackson, relançando jogos já conhecidos do público?


Acredito que se Jackson fizesse um investimento (convenhamos, bem menor que os US$600.000,00 arrecadados até então), lançasse Ogre, disponibilizasse para os distribuidores e fizesse uma campanha de marketing regular, ele seria vendido da mesma forma. Por que usar o formato crowd funding?

Eu não acho justo. Apesar de não haver restrição para esse tipo de iniciativa. Não tenho nada contra a SJG, gosto bastante de muitos dos seus produtos, mas achei a apelação para o Kickstarter desnecessária.

Abriu um precedente que eu enxergo como negativo para a própria indústria. E se todos os designers que já possuem alguma relevância se valerem do formato para o lançamento ou relançamento de seus jogos? Aonde entra o novo? O iniciante?

Quero fomentar o espaço para a discussão, sei que muitas pessoas irão discordar (já que eu não estou falando de qualquer estúdio, não é?), mas eu vejo os board games como um hobby de gente esclarecida, aberta a troca de ideias e principalmente, consciente de que a sua opinião influência na forma como as próprias empresas tomam suas decisões.

(fonte)

Sarah Gabriela Farias é amazonense, empresária, produtora e gestora cultural. Tem divulgado os jogos de tabuleiro importados e outros hobbies no Brasil desde 2009 através do blog Strategos

terça-feira, 1 de maio de 2012

Eurogames Manaus 2012

Por Evaldo Vasconcelos

Esta é para o pessoal de Manaus.


Os que já acompanham o blog há mais tempo conhecem o nosso projeto Eurogames Manaus que organiza oficinas de jogos de tabuleiro.
O projeto começou na época da loja Zona Negativa e se espalhou por outros evento como a Feira do Livro do Sesc, SOSCon, na Virada Cultural de 2011.
Após um recesso de início de ano, este voltando a ativa. No início de maio iremos anunciar nosso parceiros que oferecerão locais para realização dos encontros e nos ajudarão na composição da lista de jogos a ser apresentada aos visitantes.


Nas próximas semanas termos muitas novidades.

(fonte)

Evaldo Vasconcelos é amazonense, empresário, produtor e gestor cultural. Tem divulgado os jogos de tabuleiro importados no Brasil desde 2009 através do evento Eurogames Manaus e do blog Strategos

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Ogre Designer's Edition

Por Evaldo Vasconcelos

Jogo clássico de Steve Jackson e reeditado via Kickstarter.


O título foi o primeiro desenvolvido por Steve Jackson. Lançado em 1977, passou anos fora de catálogo, apesar de vários pedidos de fãs por uma reedição do jogo.

Ogre utilizava um sistema de posicionamento hexagonal (similar ao utilizado no RPG GURPS, do mesmo autor). Na versão básica, um dos jogadores controla uma tropa de veículos blindados enquanto o adversário controla apenas uma unidade militar: o Ogre. Pode parecer desequilibrado, até que você descobre que ele é um super-tanque com uma quantidade absurda de armas e uma blindagem super reforçada. Algo capaz de, facilmente, destruir uma cidade ou exército inimigo.

O estilo de jogo assimétrico, além do caráter histórico de ser o jogos de estréia de Jackson, deu a Ogre o status de cult entre os wargamers. Outro fator que aumentou o interesse por ele foi o longo período o jogo que passou fora de catálogo.

Em 2008, Steve Jackson começou a trabalhar em uma nova edição, tão grande e bonita quanto qualquer wargame jamais visto. A página da “designer’s edition” no Kickstarter promete uma caixa gigante cheia de componentes — mapas, tokens, miniaturas, etc — com uma qualidade similar as componentes premium da Games Workshop incluindo a reimpressão de Space Hulk.


A SJG não é o tipo de companhia independente que você costuma ver no Kickstarter e muitos perguntaram o por que de Steve Jackson relançar seu projeto pela plataforma de croudfunding. O principal fator é que Ogre é o tipo de jogo de nicho pelo qual um lançamento via crowdfunding é mais seguro que assumir os riscos de um lançamento em grande escala. Jackson deu mais 3 motivos para justificar a estratégia:
A margem de lucro desse jogo é baixa, então o estúdio teve que ser conservador nos seus planos em relação a ele. Serão impressas apenas 3000 unidades, que é a quantidade mínima que o estúdio garante conseguir vender em um ano.

Houveram muitos pedidos para disponibilizar o jogo para pré-compra, o que não é política do estúdio no momento. Usando o Kickstarter, um sistema de pré-compra é disponibilizado automaticamente.

Já que o Kickstarter possui objetivos delimitados, isso permite que mais componentes sejam desenvolvidos para o jogo com a certeza de que serão escoados.
O objetivo inicialmente era 20.000 dólares, para que os dois mapas dupla-face pudessem ser transformados em 4 mapas com um lado apenas, o que dobra a área de jogo potencial.
Foram arrecadados U$258.579, até o fechamento dessa matéria, com 18 dias para o encerramento do projeto.

Mais , nem tudo são flores no mundo dos boardgames, principalmente para os jogadores brasileiros.

Devido ao tamanho da caixa o jogo não está disponível para envio fora dos Estados Unidos.

Imagens: Kickstarter

(fonte)

Evaldo Vasconcelos é amazonense, empresário, produtor e gestor cultural. Tem divulgado os jogos de tabuleiro importados no Brasil desde 2009 através do evento Eurogames Manaus e do blog Strategos

terça-feira, 17 de abril de 2012

Barbarossa

Por Evaldo Vasconcelos

Japanime Games anuncia lançamento de novo deck building Barbarossa.


Em dezembro deve ser lançado nos Estados Unidos, Barbarossa, um deck-building game que foi lançado originalmente em 2010 no Japão pela Arclight. A empresa é uma tradicional companhia de jogos de mesa tendo publicado títulos como Power Grid e Arkham Horror. No ocidente ela é mais conhecida por jogos próprios com temática de mangás como Tanto Cuore.

O designer, Atsuo Yoshizawa, também assina outro título da empresa: Dynamite Nurse Returns.

O jogo se passa na Segunda Guerra Mundial situado em uma realidade paralela onde um batalhão feminino alemão tenta invadir a Rússia para enfrentar o mago Stálin.

O jogo usa um sitema de contrução de deck, similar a jogos como Dominion e Nightfall. Cada jogador inicia com um deck básico com recursos para a compra de novas cartas adquiridas de pilhas dispostas na mesa.Os pontos de vitórias são representados por cidades russas que são adquiridas durante a partida.

Clique para ampliar

Barbarossa, como outros títulos da Arclight, é um jogo de cartas com ilustração estilo anime com uma temática erótica.

A estrutura do jogo é formada por seis tipos de cartas:

  • Supply Cards - fornecem pontos usados na compra de outras cartas,
  • Unit Cards - requerem Operation Cards e fornecem pontos de vitória,
  • Operation Cards - garantes bônus,
  • Deploy Cards - tem efeitos continuos em jogo e dão pontos bônus,
  • Target Cards - representam cidades e pontos estratégicos,
  • Event Cards - ativadas quando uma Target Card é atacada.

Barbarossa é um jogo para dois a cinco participantes com idade a partir de 12 anos e com duração de 60 minutos.

Imagens: Arclight

(fonte)

Evaldo Vasconcelos é amazonense, empresário, produtor e gestor cultural. Tem divulgado os jogos de tabuleiro importados no Brasil desde 2009 através do evento Eurogames Manaus e do blog Strategos

sábado, 14 de abril de 2012

Tabuleiro-Mundi

Por Evaldo Vasconcelos

Jogos de tabuleiro de todo o mundo são tema de oficina

Adriana Klisys, autora dos livros "Quer Jogar?" (Edições Sesc-SP) e "Ciência, Arte e Jogo" (Ed. Peirópolis) dá oficinas de jogos de tabuleiro.

O projeto, batizado de Tabuleiro-Mundi, propõe a cada encontro uma conversa sobre regras, história e soluções para a confecção de diferentes jogos.

Dia 30 é a vez de falar do Jogo da Onça e do Fan-Tan. A atividade é direcionada para profissionais da educação e interessados em jogos.



O Jogo da Onça tem origem entre alguns povos indígenas. No tabuleiro, 14 peças representam os cachorros e uma peça representa a onça. Os cachorros não podem "matar" a onça, apenas cercá-la. Já a onça pode "matar" um cachorro, se ele estiver sozinho. É uma brincadeira de estratégia.

Fan-Tan é uma forma de jogo de azar que já foi muito popular na China. Tem semelhanças com a roleta. É jogado por no mínimo duas pessoas e consiste em apostas sobre quantos peças estão escondidas sob um determinado recipiente.

Tabuleiro-Múndi

  • QUANDO: dia 30 de abril (segunda-feira), das 19h às 22h
  • ONDE: Espaço Crie Futuros (r. Dr. Cícero de Alencar, 69, Butantã;
  • TELEFONE: (11) 3726-8592 / ( 11) 9659-6382
  • QUANTO: R$ 50 (antecipado) e R$ 70 (no local do evento)

Para conhecer mais do trabalho de Adriana Klisys acesse o seu blog: Quer Jogar?

Postado originalmente no site da Folha.

Imagens: www.chinesecol.com.

(fonte)

Evaldo Vasconcelos é amazonense, empresário, produtor e gestor cultural. Tem divulgado os jogos de tabuleiro importados no Brasil desde 2009 através do evento Eurogames Manaus e do blog Strategos

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Descent: Journeys in the Dark Second Edition (Parte II)

Por Evaldo Vasconcelos

Após o anúncio da segunda edição do jogo a Fantasy Flight divulga novas informações.


Desde o anúncio do lançamento, os fãs de Descent, um dungeon crawler semi-cooperativo, aguardavam por mais informações sobre o lançamento do jogo. Esta semana, um dos designers, Adam Sadler, falou um pouco sobre a nova edição.

Descent é um jogo no qual bravos heróis se aventuram em perigosas cavernas, antigas ruínas, calabouços sombrios e florestas amaldiçoadas para enfrentar monstros, acumular riquezas e vencer terríveis vilões. A segunda edição do jogo tornará as regras mais simples porem mantendo o apelo dos jogadores veteranos.

Para ilustrar as modificações foi mostrado o mapa da aventura introdutória chamada First Blood. Ela foi criada para ter uma duração de 45 minutos e terá apenas um vilão final, um Ettin (um monstro humanóide de duas cabeças) e sua milícia de goblins. As demais aventuras criadas para o jogo terão em média duas horas de duração e terão dois vilões principais com interlúdios (mapas menores que ligam as aventuras principais)


As aventuras do jogo passam a ter ligações e a forma como serão jogadas irão depender dos resultados alcançados pelos jogadores a a cada aventura.

Outra grande mudança do jogo será que os overlords terão mais opção de jogo. O jogador que assumir o papel do overlord poderá montar seu baralho de jogo de acordo com seu estilo e jogo e tática.

Todas estas mudanças farão com que cada vez que uma campanha for jogada ela transcorra de uma forma diferente, aumentando assim a rejogabilidade de Descent.

Imagens: BGG.

(fonte)

Evaldo Vasconcelos é amazonense, empresário, produtor e gestor cultural. Tem divulgado os jogos de tabuleiro importados no Brasil desde 2009 através do evento Eurogames Manaus e do blog Strategos

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Axis & Allies 1941

Por Evaldo Vasconcelos

A nova versão de Axis & Allies será desenvolvida como um módulo introdutório ao cenário do jogo.

Caixa da edição de aniversário de Axis & Allies

Cinco potências lutando pela supremacia mundial. Alemanha e Japão alinhados contra a grande aliança do Reino Unido, da União Soviética e dos Estados Unidos.

Escolhendo controlar o Eixo ou os Aliados, você vai comandar suas forças militares e suas economias em tempo de guerra.

Mostre que você é um brilhante estrategista militar, planejando seus ataques, guiando suas forças em territórios inimigo e vencendo batalhas. A vitoria vai para o lado que vencer seus adversários no campo de batalha e liberar ou ocupar as maiores cidades do mundo.

Mude o curso da história em poucas horas!

Axis & Allies D-Day

A Wizard of the Coast anunciou semana passada o lançamento em junho de 2012 de Axis & Allies 1941. Este é o primeiro título da linha Axis & Allies desde 2008 e, segundo o anúncio, terá como função ser um gateway para os outros títulos da série. Para isso, terá regras mais simples e uma duração entre 90 e 120 minutos. A empresa ainda não divulgou imagens do produto.

O jogo será desenvolvido por Lawrence Holiday Harris Jr, criador do primeiro jogo da série A&A em 1981 e que já assinou trabalhos em diversas empresas como: Hasbro, Parker Brothers, Mattel e Milton Bradley.

O jogo trará também novas unidades (dezesseis no total) entre elas: o monomotor P-40 Warhawk, o tanque Tiger, o bombardeiro AVRO Lancaster, o caça FW-190, o tanque IS-2, o cruzador HMS Hood, o bombardeiro He-111 e o porta-aviões Akagi. Estas unidades serão compatíveis com as outras versões do jogo.

Axis & Allies 1941 é recomendado para jogadores a partir de 12 anos e poderá ser jogado por dois a cinco participante e cobrirá a maior guerra do século 20 nos campos de batalha da Europa e Ásia.

Componentes do jogo:

  • 160 miniaturas plásticas (32 por nação)
  • 16 novas unidades de combate
  • Novo Mapa
  • Manual

Imagens: BGG.

(fonte)

Evaldo Vasconcelos é amazonense, empresário, produtor e gestor cultural. Tem divulgado os jogos de tabuleiro importados no Brasil desde 2009 através do evento Eurogames Manaus e do blog Strategos

domingo, 8 de abril de 2012

Entrevista com Todd Rowland

Por Evaldo Vasconcelos

Um bate papo com o gerente de marcas da AEG, umas das empresas que cada vez mais investe no mercado americano de jogos.



Todd Rowland começou seu contato com a empresa escrevendo um site sobre Warlord, um card game lançado pela AEG em 2001. Em 2003, após deixar seu currículo no stand da empresa em uma Gen Con, foi chamado por John Zinser, um dos fundadores da empresa e criador do card L5R, para gerenciar o desenvolvimento de Warlord. Em 2005 recebeu a gerência de toda área de cards da empresa, incluindo a direção de arte. Em 2009 assumiu também a gerência de marketing das outras divisões da empresa: RPG, tabuleiro.

1- Fale um pouco sobre quem é você.



Tenho 33 anos, estou na indústria de jogos há 8. Agora eu sou gerente sênior de marketing na Alderac Entertainment Games. Gerencio linhas de produtos como Legend of the Five Rings (card e RPG), Nightfall, Smash Up, entre outros. Meu principal foco na empresa atualmente é o marketing, apesar de ainda trabalhar no desenvolvimento de alguns títulos. Moro em Mobile, Alabama, EUA.



2- Como você conheceu os jogos de tabuleiro e os card games e quando você decidiu tornar esse tipo de produto o seu trabalho?
Joguei jogos de tabuleiro por vários anos. Originalmente, a AEG era uma empresa bem mais voltada para card games, mas decidimos nos ramificar há alguns anos atrás e começamos a trabalhar com jogos de tabuleiro. Após cometermos alguns erros, conseguimos publicar vários bons jogos e não estamos pretendendo parar!

3- Ano passado, Tomb of Iuchiban, o primeiro crossover entre dois produtos da Alderac (L5R e Tomb) foi anunciado. Vocês querem continuar lançando crossovers entre os universos dos seus produtos? Como surgiu a idéia de fazer Legend of Yuchiban?

Bem, queríamos fazer um crossover de Tomb e L5R, porque realmente gostamos do Tomb e L5R é a nosso jogo mais popular. Entretanto depois de trabalhar nele por algum tempo, nós percebemos que nunca conseguíamos o jogo que queríamos, então decidimos por o projeto na gaveta por um tempo. Enquanto isso, trabalhamos com Fredric Moyerson para o lançamento de Ninja, que é um jogo de tabuleiro baseado em L5R. Nós acreditamos que apesar de queremos ver um jogo com Tomb e L5R juntos, não podemos simplesmente lançar qualquer coisa, precisávamos esperar até o jogo ficar do jeito que queríamos.



4- 2011 Foi um ano produtivo para a Alderac Entertainment, com os lançamentos de Ninja: The Legend of the Scorpion Clan, Thunderstone e Nightfall. Quais são os planos da Alderac para 2012? A AEG tem lançamentos para 2012?
Com certeza! Nós temos mais Thunderstone e Nightfall à caminho, e também estamos lançando Smash Up e a linha Tempest. Smash Up será lançada em agosto para coincidir com a Gen Con, e Tempest em outubro, para Essen.

5- Fale-nos mais sobre os 3 lançamentos: Smash Up, Dominare e Mercante.
Smash Up é um card game divertido e com partidas rápidas aonde você recebe 2 decks de facção, embaralha-os juntos, e joga com o novo deck contra os seus oponentes. Seus zumbis-dinossauros podem ser super efetivos contra os nijas-piratas do seus oponente. Então, nas próximas partidas você pode mudar os decks de facção a serem embaralhados juntos para combinações completamente diferentes.

Dominare e Mercante são parte de uma linha de jogos que está sendo preparada, chamada Tempest. Serão todos jogos de tabuleiro com o aspecto de "world-building" da AEG. Os personagens existirão em mais de um jogo e suas histórias evoluirão conforme forem criados jogos que explorem o universo criado.
Enquanto Smash Up é rápido e divertido, os jogos da linha Tempest são mais pesados, mais ainda assim divertidos!



6- Qual foi o primeiro projeto de jogo que você trabalhou? Qual é o seu estilo de jogo favorito?
Quando eu fui contratado pela AEG trabalhei em Warlord: Saga of the Storm. Eu estava nele havia 2 anos quando eu fui mandado para trabalhar com Legend of the Five Rings. Meu estilo favorito de jogo? Hrm... bem, eu prefiro os card games. Eu acredito que isso seja devido ao meu passado com os CCGs. Eu adoro os elementos de aleatoriedade e a evolução que vem ocorrendo nos card games.

7- Quais são seus jogos favoritos e como eles influenciam o seu trabalho na Alderac?
Bem, eu adoro os nossos jogos é claro, mas além deles, eu gosto muito do Arkham Horror, Ticket to Ride, e alguns outros RPGs incluindo Pathfinder. Acho que gosto dos jogos devido a sua qualidade e atenção aos detalhes na sua produção. Eu espero criar jogos que possam ficar entre esses que eu citei e ainda assim parecerem bem feitos.



8- Legend of the Five Rings TCG tem a tradição de realizar torneios e eventos – chamados Kotei – que são importantes no desenvolvimento do cenário do jogo. Qual é a posição da empresa sobre eventos para promover seus outros produtos?
Nós achamos que L5R possui uma afinidade natural com torneios e eventos, por se tratar de um card game e possuir esse fator de storyline interativo. Organizar eventos para L5R é fácil. Não é assim com os jogos de tabuleiro, com os quais não é fácil realizar torneios. Nós temos desenvolvido algumas iniciativas com relação a isso.

9- Como o consumidor europeu recebe seus produtos? Você vão aos eventos europeus? Conte-nos sobre essa experiência.
Temos uma recepção muito boa no mundo inteiro! Vamos à Essen todos os anos e temos muitos visitantes em nosso stand. Estaremos lá novamente esse ano. Essen é muito diferente da Gen Con. A Gen Con é bem divertida, na minha opinião, o evento é a maior atração dele mesmo, e tudo é muito animado o tempo inteiro. Essen é um pouco mais quieta, sossegada. Grandes demonstrações dos jogos e vários encontros acontecem durante o dia com pessoas de outras empresas. Eu gosto muito de Essen, mas é completamente diferente!

E com relação à Europa, L5R possui uma grande base de fãs no continente e os torneios europeus tem crescido a cada ano.




10- A AEG está aberta à propostas de projetos de jogos? Em caso positivo, como os designers podem entrar em contato para apresentar um jogo desenvolvido por eles?
A melhor opção para isso é enviar o projeto em um formato eletrônico (de preferência em PDF) para o email customerservice@alderac.com com as palavras "Game Submission" no assunto. Dois membros da nossa equipe analisam o jogo dentro de algumas semanas e respondem o que acharam. Nós adoramos ver novas propostas e estamos sempre abertos a considerá-las

Imagens: BGG.

(fonte)

Evaldo Vasconcelos é amazonense, empresário, produtor e gestor cultural. Tem divulgado os jogos de tabuleiro importados no Brasil desde 2009 através do evento Eurogames Manaus e do blog Strategos

sábado, 7 de abril de 2012

Tournay

Por Evaldo Vasconcelos

Z-Man Games anuncia mais um jogo dos criadores de Troyes.


Fundada pelos romanos no Século I (d.C.), no rio Scheldt, Tournay é uma rica cidade que foi atacada e pilhada pelos normandos em 881. No jogo, os participantes devem reconstruí-la comandando as três classes da população local (civil, militar e religiosa) e coordenando suas ações para restabelecer sua prosperidade.

O novo jogo de Xavier Georges, Sébastien Dujardin e Alain Orban mantém o mesmo ilustrador (Alexandre Roche), foi originalmente lançado pela belga Pearl Games em 2011 e agora chega ao mercado americano.

Apesar de todas as semelhanças técnicas com Troyes, a equipe tentou dar um estilo próprio ao jogo, começando pela estrutura básica.


Tournay é um card game onde os jogadores devem gerenciar os distritos de uma cidade francesa e suas três classes de cidadãos. As cartas representam os moradores e são divididas por nível e cor de modo a formar nove baralhos de distrito. Os jogadores tem inicialmente dois cidadãos de cada classe e devem usá-los a cada turno para realizar uma das nove ações disponíveis como comprar novas cartas e usar os poderes dos prédios.

Os prédios, por sua vez servem para diminuir custos de ações, recrutar novos cidadãos, otimizar os efeitos de outros prédios, etc. Estes benefícios são compartilhados pelos outros jogadores. Há também prédios que dão pontos de prestígio que definirão o vencedor da partida.

Tournay foi desenvolvido para 2 a 4 jogadores, com idade a partir de 12 anos. O jogo tem duração média de uma hora.

Imagens: BGG.

(fonte)

Evaldo Vasconcelos é amazonense, empresário, produtor e gestor cultural. Tem divulgado os jogos de tabuleiro importados no Brasil desde 2009 através do evento Eurogames Manaus e do blog Strategos

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Arkham Horror

Por Evaldo Vasconcelos

Os Antigos espreitam no vazio além do tempo e espaço, rastejando por portais entre os mundos. Estes portais começaram a abrir e devem ser fechados antes que Os Antigos façam de nosso mundo seu domínio arruinado.


A obra de Lovecraft ficou um pouco esquecida durante décadas após a morte do autor e o crescimento do interesse por ela deveu-se a alguns fatos curiosos, como a publicação do “Simon Necronomicon” de Herman Slater, nos anos 1970. Outro fato relevante foi o lançamento do RPG Call of Cthulhu em 1981 pela editora Chaosium. Ele foi o primeiro RPG de terror e influenciou o surgimento de uma série de produtos, entre eles este jogo de tabuleiro. A primeira versão de Arkham Horror foi publicada pela mesma Chaosium em 1987 e fez sucesso entre os fãs do RPG, chegando a receber o Origins Awards (prêmio americano da indústria de RPG e jogos de mesa) na categoria “Best Fantasy or Science Fiction Boardgame” no ano de lançamento. Em 2005 os direitos do jogo foram adquiridos pela Fantasy Flight que reformulou as regras e deu o seu tradicional acabamento ao jogo.


Arkham Horror tem vários elementos de um RPG. Para começar, ele é cooperativo: os personagens jogam em conjunto contra o tabuleiro, no caso para impedir que um dos Grandes Antigos da obra de Lovecraft entre no nosso mundo. São nomes “familiares” como: Nyarlathotep, Azathoth, Shub-Niggurath, Yig, Itaqua, Yog-Sothoth, etc, além do próprio Cthulhu.

A ambientação do jogo é uma cidade americana da década de 1920. O tabuleiro representa Arkham, onde várias dimensões estão se conectando através dos portais. Na parte inferior do tabuleiro ficam as regiões: Perdido no Tempo & Espaço, e a Periferia e os Céus da cidade, onde podem ficar alguns monstros voadores. Pelas ruas e regiões da cidade e possível encontrar diversos locais famosos da obra lovecraftiana.


Os jogadores são investigadores que descobrem os portais que estão se abrindo pela cidade e dos quais saem criaturas de outras dimensões. O pior é que com um determinado número de portais aberto, uma criatura mais poderosa ainda, conhecida como O Antigo, invadirá Arkham, trazendo a condenação para todos.


A escolha do investigador é um dos momentos mais interessantes do jogo. Cada um deles é um estereótipo de personagens pulp e dos contos de Lovecraft. É possível jogar com: um repórter investigativo, um gangster, um professor universitário, um aventureiro (no melhor estilo Indiana Jones), entre diversos outros.

Cada jogador escolhe um personagem. Cada um deles possui um determinado número de Pontos de Sanidade (representado pelas peças azuis em forma de cérebro), Resistência (os corações) e poderes que serão úteis no jogo. Há fichas de dinheiro que podem ser usadas durante a partida para adquirir itens e as peças verdes redondas com o desenho de uma lupa que são os Clue Tokens, que são necessários para fechar os portais.

Além da ficha do personagem com suas perícias e itens iniciais há o marcador do personagem que é usado para marcar sua posição no tabuleiro. O jogo, como vários outros da Fantasy Flight, utiliza diversas cartas que representam situações a serem enfrentadas pelos jogadores durante a partida. As mais comuns são a abertura de portais e a entrada de criaturas na cidade através deles. Ao entrar em uma área com portal o jogador, além de enfrentar as criaturas que estejam lá, também podem ser sugados para a dimensão com a qual o portal está conectado.


Há cartas de eventos que são sorteadas cada vez que os investigadores exploram uma localidade e que podem significar uma vantagem, a descoberta de alguma pista, o resgate de um artefato ou o ataque de um monstro. Cartas de eventos também são tiradas quando os personagens exploram outras realidades, dimensões ou cidades perdidas.

A estratégia básica para vencer o jogo é simples: feche o maior numero de portais possíveis e impeça que os Grandes Antigos invadam Arkham. Caso isso não seja possível, você ainda pode tentar enfrentá-los, mas armas de fogo nunca foram muito eficientes contra as criaturas “que a mente humana não deveria conhecer”.

Arkham Horror é um jogo para 1 a 8 jogadores, com duração longa (cada partida dura de 2 a 4 horas). Apesar da duração o jogo, é um item praticamente obrigatório para os fãs de Cthulhu.


O jogo possui oito expansões: Curse of Dark Pharaoh (2006), Dunwich Horror (2006), The King of Yellow (2007), Kingsport Horror (2008), The Black Goat of the Woods (2008), Innsmouth Horror (2009), The Lurker at the Threshold (2010) e Miskatonic Horror (2011).

Cada uma delas acrescenta novos investigadores, monstros, missões e até mapas de regiões vizinhas a Arkham. Além das expansões há também duas coleções opcionais de miniaturas dos investigadores e dos monstros de jogo.

(fonte)

Evaldo Vasconcelos é amazonense, empresário, produtor e gestor cultural. Tem divulgado os jogos de tabuleiro importados no Brasil desde 2009 através do evento Eurogames Manaus e do blog Strategos

domingo, 1 de abril de 2012

Smash Up

Por Evaldo Vasconcelos

Que tal um jogo que mistura piratas, ninjas, robôs, zumbis, alienígenas, dinossauros, feiticeiros, gnomos e muitas outras criaturas?


Após os sucessos de Thunderstone e Nightfall a Alderac anuncia mais um jogo de cartas. desta vez a editora investiu na criação de um novo formato de jogo. Smash Up não é nem um TCG (como Legend of the Five Rings) nem um deck-building (como Nightfall). A empresa cunhou o termo Shufflebuilding (algo como montagem por embaralhamento) para definir a mecânica do jogo.

O jogo é uma criação de Paul Peterson (Guillotine) e consiste de oito baralhos temáticos com vinte cartas cada: Zumbis, Alienígenas, Dinossauros, etc. Cada jogador escolhe dois deles e embaralha formando um novo com temática dupla.



A AEG começou a liberar as primeiras informações sobre o jogo no seu blog e na sua página do Facebook.

O jogo terá duração de 45 minutos, poderá ser jogado por dois a quatro jogadores e é recomendado para maiores de doze anos.

(fonte)

Evaldo Vasconcelos é amazonense, empresário, produtor e gestor cultural. Tem divulgado os jogos de tabuleiro importados no Brasil desde 2009 através do evento Eurogames Manaus e do blog Strategos