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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Lançamentos 2012: Rio Grande Games - Parte III

Por Wagner Rodrigues

E continuamos com a lista de lançamentos para 2012 da Rio Grande Games. Confira!

Last Will


Em Last Will os jogadores competem para serem os herdeiros da fortuna de um tio excêntrico, numa competição em que cada um tem ao seu dispor uma pequena fortuna e tem de ser o primeiro a gastá-la para assim se tornar o herdeiro.


Dominion (Versão Digital)


O jogo de construção de baralhos mais famoso do mundo finalmente ganhará a sua versão digital.
Em Dominion, ganhador do prêmio de Jogo do Ano de 2009, os jogadores tentam expandir e prosperar seu domínio de terras no reino. Baseado somente cartas, ele possui uma mecânica muito inovadora onde você contrói seu baralho ao longo do jogo.


Dominion: Base Cards

Quem quiser pode comprar separadamente um kit com as cartas base do jogo (pontos de vitória, dinheiro e maldição).


Dominion: Dark Ages

Não se sabe muito sobre Dark Ages, mas se sabe que é uma expansão grande e que será lançado durante a GenCon deste ano (junto com o campeonato Dominion World Masters Tournament).


Dominion: The Guilds

The Guilds teve que ser adiado por um ano e será lançado na primavera americana de 2013. Também nada se sabe sobre esta expansão até o momento.


Arctic Scavengers


Em 2097, toda a Terra sofreu com um cataclisma global e vivemos todos em uma nova Era do Gelo. Aproximadamente 90% da população morreu e os sobreviventes agora estão concentrados em pequenas comunidades e tribos.

Em Arctic Scavengers, você é o líder de uma destas tribos. Você precisará de itens escassos como recursos, ferramentas, medicamentos mercenários para tentar construir e defender sua tribo. Quem tiver a maior tribo no fim do jogo, vence.

(continua ...)

Veja também: Lançamentos 2012: Rio Grande Games - Parte II

Como bom mineiro, Wagner Rodrigues é viciado em pão de queijo. Respira jogos de tabuleiro, come tutu de dados com farinha de meeples no almoço e é um dos sócios da FunBox Ludolocadora, a primeira locadora de jogos de tabuleiro do país.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Resenha: Last Will

Por Carlos Couto


Imagina que seu tio milionário está preparando sua herança e vai deixar todos os seus milhões para o sobrinho que melhor souber aproveitar a grana? Para isso ele dá uma quantia para cada um e quem torrar ela toda primeiro, herda o resto. Com essa curiosa premissa temos um jogo bastante interessante, o Last Will.

Criado por Vladimír Suchý (mesmo do Shipyard) o jogo é um misto de card-game com work-placement que funciona de forma flúida e rende um bom divertimento.

Como já foi dito, cada jogador começa com uma quantidade de grana, e durante o jogo tem que acabar com ela, sendo que o primeiro a zerar dispara o final do jogo (que também pode terminar no final de 7 rodadas).

Tabuleiro central e dos jogadores no Last Will. Foto BGG.

Na sua rodada você planeja as suas ações comprando cartas, indo ao tabuleiro para resolver algumas situações e decidir quantos pontos de ação gastar no round.

Todas os gastos são baseados nas cartas, temos mansões a serem compradas (e desvalorizadas, afinal você não quer ganhar dinheiro com elas), festas a serem dadas, teatros a serem vistos, viagens em boas companhias. Enfim, uma série de bons motivos para se gastar dinheiro.

O coração do jogo, as cartinhas. Foto BGG.

Mas os jogadores tem que ficar de olho na proximidade do fim do jogo, pois uma vez que uma das condições seja alcançada você terá que vender seus bens e isso pode te dar uma pernada na hora de declarar sua falência.

Last Will é um daqueles típicos jogos inteligentes e muito divertido, que garantem boa rejogabilidade e o melhor, te dão vontade de jogar novamente.

(fonte)

Carlos Couto é carioca, publicitário, Flamengo, curte rock'n'roll, cerveja e jogos de tabuleiro. Atualmente é responsável pelo blog E Aí, Tem Jogo? e está sempre junto nos eventos cariocas.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Essen - Ready for Round 2 ?

Por Nuno Sentieiro do blog Spiel Portugal

Mais um fim de semana mais uma viagem, mais uma voltinha, menina bonita não paga, mas também não anda...

Três títulos ainda com sotaque alemão saíram directos da pesada bagagem de mão para a mesa do Spiel Portugal. Decepções, expectativas baixas e confirmações em resumo, num mês pequeno - de festas - a partir de... agora:

Power Grid: The First Sparks (by Friedmann Friese)


Grandes expectativas neste título. Depois de Factory Manager e de alguns jogos menores do marido da Maria José Valério, esperava muito deste remake do famoso e, a meu ver, brilhante Power Grid.

Não podia estar mais enganado, o jogo procura capitalizar o sucesso da marca Funkenschlag partindo de uma abordagem de mercado estúpida: "- bora lá tornar isto mais rápido e com um tema que venda por si só, corta-se isto, limpa-se aquilo... e voilá - um jogo para as massas !"

First Sparks não é um jogo péssimo - tem pormenores interessantes, decalques curiosos do original e componente bonitinhos e tudo. Algumas ideias base do jogo - a funcionar - seriam bem giras ! Mas irrita ver um jogo bom implodir diante dos nossos olhos sem que os jogadores nada possam fazer.

O mercado dinâmico, o leilão intenso e a simulação de oferta-procura de recursos que tão bem representa o original, é aqui levada a uma extreme makeover que acaba com o que de melhor existia no motor de Power Grid - agora chovem mamutes (e não mamu-tes!), peixes bagas e ursos (acho eu...). Há de tudo e em fartura, tudo serve para fazer o máximo de coisas - e SEMPRE. E esta característica (defeito) tornam o jogo uma corrida - aparentemente sem estratégia - vazia de sentido, sobretudo, para quem, como eu, queria muito gostar deste jogo. 5/10


Alba Longa (by Graeme Jahns)


Deste jogo pouco, ou quase nada, sabia. Vi umas fotos, gostei do "barulho" dos componentes e avancei com cuidado. Depois de ler as regras suspeitei que entraria na categoria do - isto não é jogo para nós...

Alba Longa tem componente muito bons (não particularmente artísticos) numa caixa claustrofóbica, atulhada de mini tabuleiros individuais, dados esquisitos e meeples crús.

O jogo em si tem algumas boas ideias: a mecânica de colocação de trabalhadores associada aos dados, as duas velocidades das eras, o contra ciclo das sabotagens - mas é precisamente aqui, no conceito de sabotagem, que o jogo passa a ser só para alguns. Eu explico - O jogo termina quando algum jogador chegar a um determinado número de habitantes e monumentos. Os jogadores "constroem" a sua mini-civilização numa base simplista de uma economia de recursos e trabalhadores. A grande (quase única) interacção do jogo vem do poder militar - da sabotagem. Os jogadores parecem ser forçados a jogar negativo de forma a estragar o jogo uns dos outros - e isso, pelo menos de forma tão ostensiva - não é para mim.

Alba Longa propõe uma variante para suavizar este aspecto do jogo, onde podemos sabotar uma civilização neutra e ainda beneficiar com isso. Ainda assim, parece-me que o autor devia ter optado por outro caminho, por uma interacção mais óbvia, por um leque de acções mais diversas, para que o jogo não se torne num solitário repetitivo e monótono. 6/10


Last Will (By Vladimir Suchy)


"In his last will, your rich uncle stated that all of his millions will go to the nephew who can enjoy money the most. You will each be given a large amount of money and whoever can spend it first will be the rightful heir. Visit the most exclusive theatres or eat in the most expensive restaurants. Buy old properties for the price of new ones and sell them as ruins. Host a huge party in your mansion or on your private boat. Spend like your life would depend on it. Spend to become rich! If you're the first to run through the money on hand, you'll receive the rest of his inheritance – oh, and win the game."

Escusado será dizer que comprei este jogo completamente às cegas única e exclusivamente pelo tema. Com, algum receio, li as regras e contemplei de relance as cartas e os componentes (ou o que resta deles).

Last Will é um jogo de cartas. Tem tabuleiros individuais para as colocar - e não é que até dão jeito! - um pequeno tabuleiro central onde se pratica o planeamento do jogo assente num worker (hat) placement bem simples. Ao contrário de gastar dinheiro - que faço, modéstia à parte muito bem - não sei jogar jogos de cartas. Mas isso importa menos se o jogo for entretido, cheio de exclamações, e com uma componente "party" relevante.

O jogo não é simples, na verdade, tem algumas decisões estratégicas, matemática e otimização de combos nos efeitos das cartas - mas o que é que isso interessa se tudo isso culmina numa afirmação do tipo:
"- Agora o Gordon Ramsay vai cozinhar para mim e para o meu cão num passeio de iate com esta senhora respeitável e um cavalo! " - e pimba já gastei 11 paus !

Divertido e um bocadinho diferente da norma do cubinho. 7/10

E ainda há mais... de preferência melhor...

(fonte)

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O Último Testamento

Por firepigeon do blog Firepigeon


Independentemente do gosto questionável que alguns autores e respectivas editoras têm a escolher nomes para jogos, a Czech Games Edition, vai apresentar em Essen o jogo Last Will, do autor Vladimír Suchý.

No Last Will os jogadores compentem para serem os herdeiros da fortuna de um tio excêntrico, numa competição em que cada um tem ao seu dispor uma pequena fortuna e tem de ser o primeiro a gastá-la para assim se tornar o herdeiro.

(fonte)